No final de semana que passou viajei para a Montpellier – a primeira cidade que morei aqui na França – onde lá em 2017 tirei essa foto e onde comprei esse chaveiro – a personagem Tristeza do filme Divertidamente e na mesma época fiz um post para o Brasileiras pelo Mundo falando sobre lidarmos com a tristeza em meio a vida de imigrante. ⠀


Visitar a cidade, três anos depois da mudança e que escrevi o post me fez querer postar um trechinho dele aqui e aproveito para convidar vocês também a acessarem o BPM para lê-lo inteiro 🙂 ⠀


“Por mais difícil que seja aceitar, a tristeza faz parte da vida e poder olhar pra ela significa se permitir a ver aquilo que nos faz bem e o que não faz; as situações que nos trazem algo de bom e as que não; os momentos que damos conta sozinhas e aqueles que precisamos pedir ajuda.⠀

A verdade é que assumir aquilo que incomoda, deixa a situação mais leve. Assim como esconder algo que está sujo não vai fazer com que ele fique limpo, esconder os nossos sentimentos não vai fazer com que eles desapareçam.⠀

Muitos dizem que o tempo cura tudo, eu tenho as minhas ressalvas. Diariamente, vejo em meu trabalho pessoas chorando sobre situações que aconteceram há muitos anos, como se fosse ontem, pois aquilo que fica guardado continuará exatamente igual, ou vai se deteriorar. Acredito que, após darmos a devida atenção aos nossos sentimentos, com o tempo, eles podem, sim, ter uma nova posição na nossa vida e, apesar de não desaparecem, eles podem, sim, deixar de machucar.”